|
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
PERNAMBUCANA IRÁ PRESIDIR O BANCO DE SÍLVIO SANTOS
terça-feira, 9 de novembro de 2010
VERA LOPES PARTICIPA DA FESTA DO DIARIO
A festa comemorativa dos 185 anos do Diario de Pernambuco, nesta segunda-feira dia 8, no Teatro de Santa Isabel, foi memorável. A Doutora Vera Lopes, convidada pelo presidente do Diario, jornalista Joezil Barros, fez questão de comparecer e aplaudir a entrega do prêmio Orgulho de Pernambuco para 31 personalidades do empresariado e da vida cultural do Nordeste. Segundo Vera Lopes, a presença e atuação do Diario de Pernambuco, formando a opinião pública por quase dois séculos, é uma grande conquista da democracia e do Jornalismo pernambucano e brasileiro. A vereadora parabenizou Joezil Barros e Gladstone Vieira Belo, que comandam o DP há décadas. Vera Lopes ficou até o final do ato festivo, que encerrou com um show musical na voz do cantor e compositor Lenine e o som harmonioso da Orquestra Criança Cidadã Meninos do Coque. Em seu pronunciamento, o jornalista Joezil Barros considerou o DP como "um dos maiores veículos de comunicação do nosso país!". Nos jardins que cercam o Santa Isabel os convidados participaram de um animado coquetel, oferecido pelos Diarios Associados.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
ESQUENTA O DEBATER SOBRE A CPMF
Relator da proposta de receitas do orçamento na Comissão Mista que trata do tema, o tucano ocupou, a semana passada, grande espaço na mídia nacional defendendo o acréscimo de R$ 17 bilhões à proposta. De quebra, postou-se contra a ressurreição da CPMF.
Aliás, nesta semana devem esquentar os debates relacionados à retomada ou não da taxação sobre as transações bancárias para o financiamento da saúde. Isso tudo com a presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), fora do país.
Hoje, ela embarca rumo a Seul (Coreia do Sul) com o presidente Lula para participar da reunião do G-20. A sucessora começa a colocar a faixa presidencial a milhares de quilômetros do Palácio do Planalto.
Por falar em CPMF, prefeitos de todo o país que farão marcha nesta quarta-feira em Brasília para cobrar do governo federal compensações para as perdas de FPM, deverão reforçar o movimento pela volta do imposto.
Amanhã, o presidente a Associação Municipalista de Pernambuco, Antônio Dourado, participa de encontro com representantes de outros estados para finalizar a pauta de reivindicações. ( Do Blog de Política do Diario de Pernambuco )
domingo, 7 de novembro de 2010
ESCOLA PROMOVE CURSO DE REMOÇÃO AEROMÉDICA
DESAFIO DA REFORMA POLÍTICA MARCARÁ INÍCIO DA ERA DILMA
O Brasil vai entrar em 2011 com uma série de consensos. O principal deles é que a presidente eleita Dilma Rousseff (PT) assumirá - em 1º de janeiro - com um capital político que nenhum outro presidente da República, pós-ditadura 64, contou para começar a governar. Uma força que a legitima a liderar o trâmite dos projetos de reformas do País no Congresso Nacional. O resultado é uma expectativa comum na sociedade organizada de que a força política de Dilma, que terá maioria na Câmara e no Senado, agregue-se à "coragem" que nenhum de seus antecessores do período democrático teve para reformar as instituições do Estado e os sistemas de funcionamento da sociedade.
Há consenso que as primeiras e urgentes reformas são a política e a tributária. A política em maior urgência como a mãe de todas as reformas. É consenso que nunca houve condições tão favoráveis para as reformas, desde a redemocratização em 1985. Nem José Sarney, Itamar Franco, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso nem o presidente Lula, com todo o carisma popular e avaliação positiva de governo, conseguiram viabilizar as reformas. É consenso que as novas gerações não podem conviver com a forma de fazer política que resiste à mudança no Brasil. É consensual que a produção tem que ser desonerada. É consenso, também, que as reformas têm que sair em 2011.
O conselho geral é que Dilma Rousseff aproveite, no primeiro ano de governo - e de preferência no primeiro semestre -, o capital político acumulado no Congresso e pelo respaldo das urnas para deflagrar as reformas política e tributária, que desencadearão as demais. A maioria defende que as duas sejam concomitantes, mas há quem não ache fundamental. "As reformas têm que ser conjuntas. É preciso uma agenda que pense o futuro. Não mudaremos a cara do Brasil sem essas reformas. Dilma sofrerá um desgaste de dois anos, mas isso faz parte do papel de líder", propõe o consultor político e ex-ministro da Fazenda Gustavo Krause.
O cientista político e professor da Universidade Federal (UFPE) Michel Zaidan endossa que Dilma tem que aproveitar a maioria folgada e o início da gestão para que o desgaste de medidas impopulares também fique no começo do governo. Considera, porém, que a reforma política deve vir primeiro. "A tributária fica para depois. Exige um alto grau de consenso na sociedade e articulação na base. Ninguém quer perder. Envolve perda de arrecadação dos governos ou no bolso do contribuinte. Mas, Dilma tem um perfil técnico, não é política. Pode ser que tenha mais coragem para fazer", pondera.
O ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e senador eleito Armando Monteiro Neto (PTB) defende, no entanto, o debate conjunto das duas reformas em razão de serem pautas que vão do plenário para as gavetas das duas Casas desde a redemocratização. "O Congresso tem condições de discutir as duas. Há propostas na Câmara e no Senado. É um debate que só precisa avançar", reclama. ( Escrito por Ayrton Maciel, do Jornal do Commercio)
sábado, 6 de novembro de 2010
FREIRE DESLIGA PPS DO DEM E DO PSDB
'Não tem aproximação (com o DEM e o PSDB), o PPS vai cuidar da sua vida. O partido foi um aliado no processo eleitoral. Incomodou ( o debate religioso). Incomodou o país. Discordei dos rumos dacampanha, do discurso oportunista religioso. Mas a candidata colocou isso no centro do debate, não havia como fugir.' A necessidade de unir partidos da oposição, reflete o deputado eleito, levou as legendas a deixarem de lado os ideais fundadores das siglas em prol da disputa presidencial.
Avaliará DilmaSobre a possibilidade de guiar a legenda na oposição ao governo Dilma, Freire diz que ainda é cedo e que o partido precisa avaliar a gestão da petista antes de se posicionar. 'Prefiro aguardar para ver a cara que esse governo vai ter', pondera Freire. Depois da aliança com o PSDB, o PPS perdeu 10 deputados. A bancada na Câmara caiu de 22 para 12 parlamentares.
O presidente do PPS critica, no entanto, o comportamento dos governadores eleitos e reeleitos que se calaram, segundo ele, durante a eleição sobre a volta da Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF). 'Veja o estelionato eleitoral dos governadores. Deveriam ser todos cassados. É de uma desonestidade que não tem tamanho', censura Freire. (Do Correio Braziliense )
TRÊS NOVOS CASOS DA SUPERBACTÉRIA
A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou o surgimento de três novos casos de contaminação pela superbatéria KPC (Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase). São duas mulheres e um homem internados na UTI de três hospitais particulares - a bactéria infecta principalmente doentes em estado grave.
Com as três notificações sobe para dez o número de casos em Pernambuco. Oito pacientes se encontram hospitalizados, uma mulher de 56 anos morreu no último dia 26, e um homem recebeu alta do hospital no dia 29.
Dos novos casos, dois estão colonizados e um desenvolveu a infecção. A Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) ressalta que a população não deve temer ir para os hospitais nem os familiares devem deixar de visitar os doentes. As regras normais de procedimento nos hospitais, se se seguidas corretamente, são suficiente para evitar contágio, pois os pacientes colonizados ficam isolados. ( Do JC Online)